O PAI NOSSO. VENHA O TEU REINO

O Pai nosso fala de uma paternidade coletiva e santificação compartilhada. É o próprio Pai quem santifica Seu nome na vida dos Seus filhos. Aliás, se dependesse de nós, Seus filhos, o Seu nome seria mesmo era envergonhado. Não somos capazes de produzir santidade por nós mesmo. No máximo, uma fachada caiada ou santidade cosmética.

Por isso clamamos: Venha o Teu Reino! Se Tu não governares as nossas vidas, certamente, vamos bagunçar o Teu planeta. Aliás, a terra que nos deste como casa, treme, geme por causa de nossa intromissão arrogante. Temos provocado desastres ambientais muito sérios. O profeta havia dito que a terra cambalearia como um bêbado. E aí está.

Mas nós, Teus filhos, clamamos: – tem misericórdia deste planetinha caído e trôpego que nós mesmos temos esfacelado! Há tanto luxo produzindo tanto lixo e poluindo as fontes e o mar. A água está condenada. A terra está paralisando-se aos poucos como se estivesse com ELA, fruto da esclerose múltipla do coração empedernido de gente suja.

Não falo só da sujeira da elite, mas também, do refugo da pobreza que foi assim transformada em lixão de interesses econômicos e massa de manobra de políticos sórdidos que invadem o ambiente como carrapatos; porém, essa gente é também responsável pelo chiqueiro que foi implantado no planeta azul. Tem misericórdia de nós!

Pai nosso, venha o Teu Reino. Isso não é um chavão, é um clamor dorido. Venha Teu governo sobre nós. Clamamos pela teocracia da misericórdia. Opera o Teu poder no coração dos Teus filhos, para que sejam parte da solução dos problemas e nunca parte dos problemas. A ambição indomável de um bando indócil tem destruído o ambiente indômito da natureza virgem para construir seus impérios do poder industrial, prostituindo o espaço com a poluição química, física e visual. Venha o Teu Reino urgentemente.

O nosso grito gera eco no espaço, enquanto o entulho, não ecológico, entope os bueiros, bocas de lobo de cidades saturadas de gente, congestionadas de todo tipo de autos e móveis que fazem escorrer suas borras pelo solo encharcado de toda sorte de porcaria.

Venha a Teu Reino e destrona do poder essa corja que só pensa no estômago e que faz um jogo com a barriga dos carentes, para buscar voto e perpetuar-se no poder. Não sei se estou sendo objetivo, mas o pedido é claro. Se o Senhor não desbaratar a política do tipo ONU, o mundo terá apenas um grande ônus. Tem misericórdia do globo em caos.

Nossa única esperança é o lenço deixado, ao lado, no sepulcro de Jesus. Pois a etiqueta diz que, se o guardanapo não estiver dobrado, mas posto ao lado, como se ainda fosse ser usado, significa que o banquete ainda não terminou para aquela pessoa. Mesmo que o Senhor tenha se ausentado, o Teu lenço atesta que ainda não acabou o Teu projeto. Por isso, invocamos: Venha o Teu Reino! E, Maranata!

Do velho mendigo, GP.

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