O ESPÍRITO DA CRUZ .93 – O SILÊNCIO DA IGREJA?

Li hoje esse pensamento de Martin Luther King: uma nação se condena, quando legaliza o mal e proíbe o bem, e quando a igreja se torna cúmplice com seu silêncio. Isto parece-me super atual: legalização do mal, proibição do bem e silêncio da igreja…

O mundo pós-moderno tem se mostrado adepto deste humanismo desumano, que só se preocupa com os traços capengas duma raça caída. Para a elite do poder político do planeta, o que deve ser propalado é aquilo que conduz ao caos. Os promotores do saber e seus informantes estão treinados na divulgação do nojento, sórdido e das más notícias.

Há uma cultura deformada, construída nas oficinas do maligno, promovendo a falência de princípios morais e da boa conduta, pautada pelos trilhos do bem. O que antes era considerado bom, hoje é visto como mau, além do que, há um aparato de subversão enorme tornando caolha a visão de qualquer pessoa neste mundo pervertido.

A legalização do mal é a pauta primordial do regime do anti-Cristo e da sua trupe de trapaceiros que se infiltram no processo de degradação, porém como se fossem anjos de luz. Essa gente se disfarça de iluminados, para semear as trevas e, defendem os direitos dos proscritos, para estabelecer a anarquia no tecido social. É uma inversão dolosa de valores.

Essa guerra sútil e camuflada distorce os fatos e aquilo que antes era certo, agora é errado; o bem de ontem vira um angu de caroço e a ética sadia se transforma num jogo de cartas marcadas e interesses escusos. A propina na política propositadamente converte-se em sobras de campanha e as contribuições ilegais são levadas e lavadas pelos Bancos em prol de um projeto comum de governabilidade do planeta azul, com tarja vermelha.

A cultura do incesto da Samiramis com seu filho Ninrode, gerando o abuso em Tammuz e a pedofilia passaram a ter status de nobreza na mente legisladora. Com esse pano de fundo a mídia venal vende sua alma a Mamon, disseminando o mal como se fosse o bem e a ideologia de gênero torna-se genérica e propalada como uma virtude.

Agora temos a semente do caos vicejando e a ordem judaico-cristã sendo minada para ser substituída pela “novus ordo seclorum” e seus asseclas. O mal é legalizado e o bem proibido, mas a Igreja não se omitirá, calando-se. A verdadeira Igreja nunca foi muda.

Mendigos, o espírito da cruz está marcado pelo sangue carmesim, o sangue do Cordeiro, jamais pelo escudos vermelhos. As organizações eclesiásticas podem até ficar emudecidas com medo do poder escondido nos pavês encarnados, a Igreja nunca. A morte não pode matar quem já morreu em Cristo. Silêncio aqui? – Não há mártir covarde.

O silêncio da Igreja é diante do altar em oração e adoração. Esse rebanho pode ser pequenino e inexpressivo, mas nunca será omisso e, como Davi diante de Golias, grita em plenos pulmões: – vamos a ti em nome do Senhor dos Exércitos!

Do velho mendigo, GP.

2 comentários sobre “O ESPÍRITO DA CRUZ .93 – O SILÊNCIO DA IGREJA?

  1. Tenho 72 anos, e vejo a humanidade se transformar diante de meus olhos, rápido, muito rápido o mal ganhando força a cada dia… estamos paralisados, sem nenhum conhecimento da Palavra de Deus de como agir…pra onde iremos nós? Acorda povo de Deus!! Em nome de Jesus! Acordem enquanto é tempo!!

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