espírito da cruz 19 – sou rebelde, e dai?!

O espírito da cruz é o estilo da vida que Jesus demonstrou antes da sua morte. Ele viveu aqui, neste mundo, como um crucificado, pois a sua vontade humana dependia da boa e perfeita vontade do Seu Pai. Então, lhes falou Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que o Filho nada pode fazer de si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai; porque tudo o que este fizer, o Filho também semelhantemente o faz. João 5:19.

Jesus não foi autônomo. Jamais andou por sua própria iniciativa, vejamos: Eu nada posso fazer de mim mesmo; pois na forma por que ouço, julgo. O meu juízo é justo, porque não procuro a minha própria vontade, e sim a daquele que me enviou. João 5:30.

A vontade de Jesus tinha como objetivo fazer a vontade do Pai. Ele vivia sob os efeitos da cruz. A sua única vontade estava conformada com a vontade de Deus. Jesus foi um homem que viveu 100% pela fé, como o barro nas mãos do oleiro. Quando a vontade do homem é conquistada pela vontade de Deus, então, o ser humano se torna liberto.

A liberdade dos filhos de Deus não se pauta pelo o direito de se fazer o que se quer, mas, sim, de fazer o que o Pai quer. Seja feita a Tua vontade é a lei da liberdade. O homem é mais livre quando controlado apenas pela vontade do Altíssimo.

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A liberdade cristã significa a capacidade de não violar a vontade de Deus, pois, estar de acordo com a Lei de Deus é o centro vital da vida de fé. A licenciosidade significa a insistência em fazer o que se deseja, portanto, é obstinação com o descontentamento, – a liberdade é transformada em licenciosidade pelo egoísmo.

O espírito da cruz é a marca de quem rendeu a sua vontade à vontade Divina. O crucificado com Cristo teve uma transformação. Morreu a sua psiquê rebelde, e, ainda, recebeu um espírito vivificado pela vida da ressurreição com Cristo.

Não entendo, de fato, como alguém que confessa a sua morte, ressurreição e a vida com Cristo, ainda queira fazer o que quer.  Alguém disse: uma perfeita conformidade com a vontade de Deus é a única liberdade soberana e completa. Não é possível que os salvos tenham a confissão de fé que contrarie uma obediência submissa ao seu Senhor.

O ser humano no pecado é escravo do pecado. A sua vontade encontra-se em total escravatura do seu querer egoísta. Mas, quando, liberto da condenação do pecado e transportado do império da trevas para o Reino da Luz, a sua vontade torna-se livre para fazer a vontade de Deus de boa vontade. Não existe nova criatura que seja insubmissa ou resistente em fazer, com alegria, a vontade de Deus.

Mendigos, a alegria é o resultado natural da obediência do cristão à vontade de Deus revelada. Cristão insubmisso ou rebelde ao princípio de autoridade estabelecido por Deus é anomalia.

Do velho mendigo da vale estreito,

Glenio.

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