Congresso A Cruz Continua Jovem

Todos prontos para o congresso ” A Cruz continua Jovem” nesse final de semana?

A programação já está disponível abaixo:

– Na sexta, teremos uma abertura no templo da PIB. (Evento GRATUITO e sem necessidade de fazer inscrição)

– No sábado, pela manhã, teremos um café com lideres jovem de diversas igrejas da cidade de Londrina, na Colina da Graça. Ministrará o Pr. Glênio Fonseca Paranaguá. (Este evento é restrito somente a lideres de jovens que quiserem participar. Os convites podem ser retirados na PIB (Avenida Paraná, 76-A) durante essa semana. Convite limitados. Informações: (43) 3372-8900)

– No Sábado, pela tarde, teremos uma mesa redonda com a temática do congresso. A mesa é composta por Ariovaldo Ramos, Jonathan Menezes e Alexandre Chaves. Será no templo da PIB, às 16 horas. (Evento GRATUITO e sem necessidade de fazer inscrição)

– No Sábado, a noite, Ariovaldo Ramos trará uma mensagem a todos no templo da PiB com a temática do Congresso. (Evento GRATUITO e sem necessidade de fazer inscrição)

– Domingo, pela manhã e a noite, mais uma vez o Pastor Ariovaldo Ramos trará uma mensagem na PIB.

Confira:

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Mais informações em: http://piblondrina.com.br/eventos/72/view_event?Itemid=143

gotas de generosidade X

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Lucas, o médico dos Evangelhos, registra uma parábola de Jesus sobre a figueira que se exibia, mas era estéril. Depois de três anos de cultivo, nada de fruto na planta. Sendo a árvore uma espécie frutífera que ocupava um espaço no pomar, embora, sem nenhum pomo, o Dono do quintal achou que essa figueira era dispensável e ordenou ao horticultor que a tirasse do pedaço. Ele não queria mais essa fruteira sem frutos, em seu terreno.

Foi aí que o viticultor pediu tempo. Colocou-se à disposição do Proprietário para dar um jeito naquela situação. Iria estrumar e cuidar da planta por mais uma temporada, dizendo:

Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la. Lucas 13:9.

O Senhor da vinha dá anuência ao zelador, ficando quieto. Quem cala, consente. Uma nova chance foi dada à produtividade  e a figueira ganhou a oportunidade de se tornar, de fato, generosa. Sem fruto é que não podia ficar. Quem não frutifica, foice nela.

Tudo indica que Jesus estava apontando para o seu povo. O Judaísmo havia se tornado um arbusto inútil no jardim de Deus. Não tinha frutos. Um triênio do ministério de Jesus já havia se passado e nenhum figo na figueira de Israel. Eta povinho improdutivo!

Depois de alguns meses a estação da foice aconteceu na crucificação do velho Adão. Se alguém for desarraigado desse mundo, através da co-crucificação com Cristo, certamente irá renascer em novidade de vida, dando frutos bons e generosos. A vida que nasce da morte é frutífera. Não há esterilidade no âmbito de uma biografia ressurrecta.

Ser uma figueira, sem sequer um fruto, é ocupar um espaço em vão no pomar. Viver uma existência oprimida pelo medo de perder e sem o menor gesto de generosidade, é viver no mínimo, a encarnação da mediocridade. John Andrew Holmes foi preciso: “Não existe exercício melhor para o coração do que se inclinar e levantar pessoas”.

Ser generoso nos libera da tirania de nossas próprias necessidades, abrindo os nossos corações para os mundos desconhecidos, ocupados pelas necessidades dos outros. Não posso viver intensamente quando vivo só preocupado com o meu mundo estreito, mas repleto de egoísmo. Talvez eu tenha que concordar com Mark Twain: “O melhor modo de se animar é tentar animar uma outra pessoa”. Uma gota de afeto pode afetar a muitos.

Todos nós que somos mendigos, alcançados pela graça, temos oportunidades diárias de exercitar os bons momentos, dando alguma gota de generosidade. Mas não me venham com estas desculpas esfarrapadas de que – “já estou fazendo o bastante” – apenas para tirar o corpo fora da comissão: Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé. Disse Paulo em Gálatas 6:10.

Plantem árvores frutíferas. Cultivem as que têm colheitas rápidas e ainda as tardias que vocês nunca comerão dos seus frutos.

No amor do Amado, do velho mendigo, Glenio.

a trindade familiar

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A Trindade Divina criou o ser humano como uma pessoa tridimensional, a fim de conviver numa trindade familiar. Elohim é triúno e fez o gênero humano, macho e fêmea, mas, tricotômico, composto de: corpo, alma e espírito, para viver em trivalência relacional. Este ser equilibrado deveria coexistir em comunidade humanamente afetiva.

O único lance que destoou na criação física foi a solidão. Apesar de Deus ser exclusivo e indivisível, Ele se manifesta em três pessoas. Não há exílio na dimensão metafísica. O ser Divino é singular e coletivo, ao mesmo tempo. Deus é individual em sua essência e social em sua comunicação. No céu há um ser unitário, mas, também, não solitário. A Trindade é a unidade do anseio coletivo.

Nada pode ser maior do que três pessoas vivendo em plena comunhão. A conciliação das vontades é imensamente maior do que uma única vontade absoluta. Ser três pessoas agindo em irrestrita sintonia tem uma dimensão infinita e mais significativa do que ser uma pessoa com sua vontade soberana agindo por conta própria. O mistério da triunidade fala da onipotência demonstrada no concerto eterno do pluralismo volitivo. Um Deus em três pessoas com uma só vontade.

A coesão Triúna propõe a integridade da pessoa humana e a conexão da família. Antes de o pecado entrar na história da humanidade, Elohim, o Deus trinitário, instituiu a vida em família. O molde familiar é a própria concordância da Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são arquétipos transcendentais da coerência relacional entre a paternidade, a maternidade e a prole.

A família é o plural do sujeito ou o coletivo da pessoa. Assim como na Trindade, a vida do lar deveria se ajustar pelo acordo das vontades. O problema foi o pecado. O egoísmo tomou conta das personalidades e a comunhão desandou em contestações. Instaurou-se a confusão dos desejos e o caos social.

A vida doméstica que, em tese, seria uma orquestra sinfônica, acabou, no final das contas, descompassada e desafinada. O conflito das vontades tornou-se a regra do jogo. Agora, o consenso familiar é uma conquista complicada. Viver em união é algo complexo que exige combinações constantes de todos os membros. As vontades obesas não conseguem se encaixar em lugares apertados, além do que, conciliar é uma das artes mais difíceis para a sobrevivência social. Uma família unida é coisa rara, e, viver, com o mínimo de atrito, é das artes mais difíceis, exigindo perícia e paciência.

Mas a lei da unidade deve ser definida assim: “viva de tal maneira que, se todas as pessoas fossem como você e todas as vidas fossem vividas como a sua, a terra seria um paraíso”. Portanto, não há opção: a cruz é o único passaporte do ego. A morte do egoísmo é a sentença e a ressurreição em vida nova, a chance. Não eu, mas Cristo é a solução definitiva para a família.

O velho mendigo do vale estreito, Glenio.

gotas de generosidade IX

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Alguém me buzinou: “tem gente que não dá nada a ninguém; nem morta”. Respondi: – é necessário morrer primeiro para depois dar. Segundo Jesus, o grão de trigo precisa antes de tudo morrer a fim de frutificar. Essa é a lei da semeadura e da ceifa. Só a morte do ego pode patrocinar as dádivas generosas. Não há benevolência sem a falência do egoísmo.

Aliás, vamos alinhar o assunto com a doação de órgãos? Por que será que muita gente não quer doar os seus órgãos depois que morre? O que estaria por trás desta recusa? É no mínimo esquisito um vivo determinando as suas decisões depois da sua morte.

Quem morreu não deveria ter mais vontade para opinar o que fazer com os seus pertences. O problema é que, antes de morrer, essa pessoa já deliberou que jamais doaria parte do seu corpo para beneficiar a vida de alguém. Mas, por que razão?

Descobri que alguns têm medo de ficar deformados na ressurreição final. Foi assim que a jovem me surpreendeu: – se eu doar as minhas córneas vou permanecer cega por toda a eternidade. Indaguei: – como assim? – Cega; não poderei ver, pois doei os meus olhos.

– Quais os olhos que você doou? – Os meus? – Quais os seus? Foi aí que argumentei sobre a renovação das nossas células. Inquiri, – quantos anos você tem? – 29 anos. – Então, as células dos seus olhos já se renovaram quatro vezes. E aí? Qual é o da vez?

Cada sete anos, com exceção dos neurônios, todo o nosso organismo se recicla. Somos novos, novinhos, ainda que estejamos envelhecendo. Se eu morrer agora com os meus 68 anos, qual será o corpo que irá ressuscitar, já que o ralo levou para o esgoto quase 10 vezes o meu organismo? Eu não sou o mesmo que nasci. Que corpo voltará à vida?

Além do que, Deus, quando criou o mundo, criou do nada. Quem criou do nada tudo, pode ficar restrito a um corpo que agora não é quase nada do original? E o apêndice que foi retirado em 54 e a vesícula em 2002? Eu quero intactos na ressurreição. Bobagem.

Que Deus pequeno é este que não restaura os órgãos doados? Prefiro ficar com Jesus que foi capaz de se dar por inteiro para substituir pecadores podres e pobres, incapazes de abrir mão de sua córnea para dar visão a algum ceguinho carente.

Acredito que a questão da doação de órgãos está ligada ao velho egoísmo de sempre. Se não vou usar, outro não vai usufruir do que é meu. Pode apodrecer, mas eu não dou. Há muita gente que vive aprisionada num mundo muito apertado. Tenho pena deste tipo.

Alguns dão por humanismo; por solidariedade. O cristão dá por amor. Mas amor sem uma troca embutida. Por isso é preciso, antes de tudo, a morte do egoísta em Cristo para que ele possa abrir o seu coração à verdadeira generosidade.

Aqui, meus queridos mendigos, vai a receita do evangelho: de graça recebestes, de graça dai. Mateus 10:8.

No amor do Amado, do velho mendigo do vale estreito, Glenio.

Cristoemmim.comvocê – O que preciso fazer para ser filho de Deus?

É bastante comum ouvir as pessoas dizerem

eu também sou filho de Deus

Geralmente dizemos isto quando nos sentimos injustiçados ou até quando queremos nos justificar. Paulo diz na sua carta aos Efésios que somos “por natureza filhos da ira”. Porém João nos diz que para sermos filhos de Deus temos de ser nascidos de Deus. Como posso saber se, de fato, eu sou filho de Deus? O que preciso fazer para ser feito um filho de Deus

a trindade humana

eu DEUS

A Trindade Divina criou o ser humano à sua imagem e semelhança. Adão é uma pessoa tricotômica, isto é, composta de três partes e é também um ser coletivo. Ele foi feito do pó da terra como um corpo físico que recebeu o fôlego Divino em espírito e tornou-se uma alma vivente. Corpo, alma e espírito são os elementos indivisíveis da personalidade humana. Assemelha-se à composição da água, H2O.

Além desta tri-unidade individual, há uma trindade coletiva, pois Adão é um ser social. A família é o plural da humanidade. O pai, a mãe e a prole formam um conjunto de sujeitos. O indivíduo no conjunto familiar, não é mero ser avulso e solitário. A única dissonância na criação foi a possibilidade do isolamento pessoal: não é bom que o homem esteja só. Gênesis 2:18. Um tipo isolado é alguém desolado.

O ser humano singular é uma unidade orgânica de três partes harmônicas. O corpo, a alma e o espírito foram criados para a plena comunicação com a realidade correspondente à sua identidade. O corpo se comunica com o mundo material, o espírito com o plano espiritual e a alma, auto-consciente, se move no terreno subjetivo da esfera psíquica, arrazoando nos dois dialetos: físico e metafísico ou espiritual.

Elohim, o Deus coletivo, criou o macho e a fêmea como sendo um ser humano completo e comunitário. A tri-unidade pessoal se interage na trindade coletiva. O toque, o afeto e a comunhão são elementos essenciais para o desenvolvimento somático, psíquico e espiritual, co-responsáveis pelo incremento da intimidade coletiva da família. Sem o contato protetor suprindo as necessidades integrais dos três campos, não haverá saúde física, emocional e espiritual para o sujeito e, conseqüentemente, para a formação de outro núcleo familiar inteiro.

A trindade humana decorre da criação à imagem e semelhança do Deus triúno e a tri-unidade humana depende da atuação poderosa da Trindade Divina no ser humano. A raça adâmica não poderia viver independente da vida incriada de Deus, assim como uma bateria precisa de energia externa da usina elétrica para continuar funcionando. A Árvore da Vida era a alternativa para o suprimento permanente de uma personalidade condicionada à energia que não se esgota.

Mas o pecado desligou o espírito humano do Espírito de Deus e a criatura perdeu a sua fonte de energia estável. A alma ansiosa agora tenta dirigir a vida contaminada pela morte e consumida pelo egoísmo e as relações pessoais se tornaram complexas e profundamente tensas. Sem a vida da Trindade de Deus não há condições para uma existência de significado eterno. O finito só tem sentido se confiar a sua vida aos cuidados da soberana Trindade Divina.

O velho mendigo, Glenio.

Cristoemmim.comvocê – Por que a religião não me salva? II

No programa Cristoemmim.comvocê Seguimos com o segundo programa da série Por que a religião não me salva?. Neste episódio analisamos a graça e salvação sob a Palavra de Deus. Como trabalha a graça de Deus em nossa salvação?

Afinal, quem ou o que me salva?

o sotaque teológico

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Um dos maiores castigos dados à humanidade neste mundo é a diversidade das línguas. Os bichos, no planeta Terra, têm a mesma forma de comunicação, mas os seres humanos se atrapalham sempre, com a variedade dos idiomas. É a única raça com multidões de dialetos.

Além das linguagens diferentes, há também, no mesmo idioma, expressões localizadas e sotaques regionais, tornando a comunicação uma arte complexa. Veja, por exemplo, as palavras chibolete e sibolete na história bíblica. No livro dos Juízes vemos que 42 mil efraimitas morreram por causa destas palavras. (Leia com atenção Juízes 12:1-7.)

O problema mais sério, contudo, é o sotaque teológico. Há muita gente por aí matando e morrendo porque não sabe discernir entre a pregação da graça plena anunciada de modo gracioso, dessa insana pregação da lei disfarçada de graça. Aqui, todo cuidado é pouco.

Um amigo foi a um restaurante refinado com cardápio excelente e lhe serviram um prato ultra salgado. Ele devolveu o pedido, pedindo ao garçom a opinião do chefe. Nem todo chefe é tão criterioso assim, mas esse veio e confessou que errara na dosagem. Será que os pregadores confessam que puseram peso demais nos ombros dos ouvintes?

Se ao pregar, percebo que o povo saiu com um fardo nas costa, concluo: não lhes falei do evangelho. Toda pregação que gera peso ou cria um sentimento de troca de favores não se trata da mensagem suave e leve de Jesus. Ainda que tenhamos lutas no caminho rumo à Nova Jerusalém, nunca carregamos peso, muito menos, temos preço a pagar.

Renunciar um mundo caído por um Reino eterno não é perda de coisa alguma. Deixar os tesouros do Egito, mesmo que tenhamos que passar por agruras no deserto, não se pode comparar com as riquezas da sublimidade de Cristo. Não me venham com a apelação de Pedro: deixei tudo para te seguir. Qual é a recompensa? – Um barco velho e redes rotas?

Metade do reino pela cabeça de João Batista foi o cachê da dançarina. Porém, nada pode compensar o preço pago no Calvário. Não existe troco no Reino de Deus. Se nego tudo deste mundo, nada pode se equiparar ao valor de uma alma. Não compreendeu ainda?

Ouvi um camelô negociando do púlpito: você tem que pagar o preço. Deus só o abençoa se você saldar o débito. – Gritei em meu íntimo: picareta! Mesmo o ouro refinado, o colírio e as roupas brancas que se pode comprar, é tudo financiado pela graça, ou seja, é tudo de graça, sem dinheiro e sem preço. Cara! não é caro, é graça sobre graça.

Volto ao terreno molhado. Se abro mão de tudo o que tenho neste mundo, por causa do Reino de Deus, não perdi nada que não fosse provisório ou passageiro. A abnegação de tudo que sou e tenho é nada diante da grandeza da herança como filho de Deus. Por isso, não me ponha peso, onde Cristo já levou a carga.

Do velho mendigo do vale estreito, Glenio.

o Espírito Santo na Trindade

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Quando Elohim, o Deus grupal, mas unitário, criou o ser humano, disse: não é bom que Adão esteja só. Adão aqui é um homem coletivo, não necessariamente um mero indivíduo. A solidão é totalmente avessa à coletividade e viver é um assunto de compartilhamento social e um modelo espelhado da sociedade vivida pela Trindade.

Já vimos, em outro artigo, que a matemática absoluta não divide a divindade. Deus é uno, mas a sua unidade não é solitária. A coesão divina se mantém na pluralidade dos personagens, que mesmo sendo um único Deus, a sua convivência é numa sociedade sem rachadura de vontades. Como a natureza de Deus é amor pleno, aquele que ama plenamente sempre fará a vontade daquele que é, de fato, amado.

O Pai ama o Filho fazendo a vontade do Filho. O Filho ama o Pai realizando a vontade do Pai. O Pai e o Filho amam o Espírito efetuando a vontade do Espírito. O Espírito ama o Pai e o Filho executando as suas vontades. Na singularidade de Deus vemos três pessoas tendo uma só vontade e realizando um só propósito. Um é o número da indivisibilidade, enquanto três é o testemunho perfeito da comunhão plena. Quando três se unem em uma só vontade não haverá traidor nem bifurcação.

Quando A for igual a B e B igual a C, logo C será igual a A. A unidade na Trindade depende da igualdade das vontades. A vontade de uma só pessoa é uma vontade unilateral. As vontades de duas pessoas em harmonia é um acordo de dois lados que pode ter divergência ou ser rescindido, mas quando esse concerto tem três lados iguais, torna-se um depoimento uno e coerente.

O Espírito Santo é a conexão social das três vontades unidas em uma só vontade, fazendo com que a unidade das três seja o consenso mais poderoso que qualquer união possa promover neste mundo. Ter uma aliança indissolúvel na diversidade das vontades é, sem dúvida, o maior e mais perfeito nexo que pode existir no Universo. Nada pode superar ao poder inseparável das vontades idênticas e indissociáveis manifestas na pluralidade singular da Trindade Divina.

A doutrina da Trindade é simplesmente a concepção humana da revelação divina de que há um ser eterno de Deus: infinito, imaterial e indivisível. Esse ser uno de Deus é compartilhado por três pessoas co-iguais, co-eternas e co-participativas, a saber: o Pai, o Filho e o Espírito. E essa cooperação uniforme, idêntica e constante é a causa não causada que causa a realidade do Cosmo, bem como a universalidade dos relacionamentos significativos na ordem cósmica.

O velho mendigo do vale estreito, Glenio.